As sete fraquezas humanas/ sociais









1. COMPLEXO DE INFERIORIDADE: Não mais comum hoje em dia, pois pais que aplicaram uma educação mais rígida ficaram no passado. Mas ainda existem pessoas que têm grande dificuldade nas interações sociais e principalmente em relacionamentos amorosos, pois pensam que, ao surgir algum problema (mesmo se ela, a pessoa em questão for traída, por exemplo), entende que a culpa não é do outro e sim delas. Se rebaixam, se minimizam, se menosprezam quase em todas as ocasiões e têm autoestima notavelmente afetada, pois foram doutrinadas a serem corretas, honestas e sempre com postura passiva em relação ao próximo, chocando-se negativamente em várias situações dentro da sociedade moderna e atual, onde valores antes ensinados foram cruelmente deturpados e invertidos. O que fazem? Geralmente evitam convivências que consideram nocivas a si próprias. Tais indivíduos com esta fraqueza se deparam com a situação do mito "seja bom que você colherá bons frutos" sendo derrubado pela pregação da ideologia do "o errado é mais certo agora".

2. VÍCIO EM BEBIDAS/ ÁLCOOL: Não são necessariamente os alcoólatras. Beber socialmente é uma coisa. Mas a necessidade de alguém SEMPRE estar querendo sentir aquela sensação de "doideira" e alívio causada pelas bebidas denota uma certa fuga da realidade. Pois alguns eixos da vida destes certamente não estão alinhados. Então veem na sensação momentânea e ímpar que o álcool oferece como gatilhos amenizadores. Aqui podemos encontrar também aqueles que tomam "uma" para ficarem mais "corajosos" nas interações sociais. Tal fraqueza também poderia ser atribuída a pessoas que sentem vazios de identidade, independente em quais etapas de suas vidas estão vivendo.

3. VÍCIO EM CIGARROS: Notou que, quando um fumante está nervoso/ ansioso ele fuma muito mais? Não inseri no item anterior, pois diferente da bebida, que não pode ser consumida durante o horário de expediente (em alguns ambientes de trabalho por exemplo, é permitido ir a um local reservado para fumar) e a pessoa se "realiza" momentaneamente com o prazer em poucos minutos ali, tragando substâncias que "preenchem" o vazio ou aliviam pensamentos/ tensões do próprio trabalho ou da vida. Obviamente detonando totalmente o organismo de forma tóxica. Novamente aqui aparece o objetivo de fugir um pouco da realidade nua e crua que é muito "forte" para uma pessoa frágil mentalmente enfrentar cara a cara. Não estou aqui relatando a situação de TODOS os fumantes no sentido literal de vício, mas quem procura o fumo certamente algum dia foi fraco em rejeitar algo que é sabido que é nocivo a si mesmo(a). Muitos não fumam por prazer ou vício comum, mas sim para se "aliviarem". Da mesma filosofia dos que necessitam do álcool, alegam que "ninguém consegue viver sóbio".

4. AUTOAFIRMAÇÃO NO SEXO/ CARÊNCIA AFETIVA: Aqui o instinto primitivo fala alto. Atração física e a confirmação de aceitação por outra pessoa em aspecto sexual é a regra e acredita-se que faz bem. São pessoas que não aprenderam ou não sabem viver sem estar com outro alguém. Projetam em outro ser humano suas felicidades e são completamente incapazes de se realizarem sem uma "muleta" emocional e presente. São os pint0s loucos que entendem que SOMENTE estando/ tans@ndo/ namorando com uma mulher (ou várias) é que serão bem vistos e terão seus vazios preenchidos, sendo superiores perante aos demais. São também as mulheres promíscuas que SEMPRE precisam se relacionar sexualmente com um homem (não se importando com sua imagem de rodada, pois não conseguem se segurar) e as carentes (afetivamente) que entenderão que, enquanto sozinhas têm um poder sexual nulo e são m3rdas rejeitadas pelos outros machos, algumas aceitando até serem traídas.

5. COMPULSÃO POR COMIDA: Geralmente os obesos. Descontam por completo a ansiedade e outras preocupações unicamente no prazer do paladar e não enxergam outro meio para resolverem algum problema ou lidarem com momentos difíceis em suas vidas. Muitos veem neste prazer também uma fuga e são incapazes de discernir entre o que precisam do que querem. Não estou citando pessoas com problemas hormonais aqui, mas sim aquelas que usam do exagero e prazer alimentar como se fosse uma alavanca de salvação para tentarem sair, mesmo que por algum momento, de situações que não conseguem encarar ou lutar de forma mais racional.

6. O PARECER E NÃO SER: Típicas pessoas que ficam expondo em redes sociais e internet à dentro exatamente como NÃO É a vida delas na realidade. São as v@dias que querem atenção e os imb3cis que precisam sair ao lado de mulheres nas fotos para parecerem fod0es. Ou comprando coisas para mostrar poder perante ao círculo social que estas se encontram. Esta fraqueza humana é a mais comum de se ver e perceber, principalmente de forma virtual, pois é muito fácil criar uma situação que não existe na vida real. Geralmente são as pessoas mais carentes de boas avaliações dos outros, necessidade de jamais estar por baixo, mostrar um sucesso maior/ melhor do que os outros e também preocupadas de forma exagerada com aceitação social. É a morte para estas se descobrirem que na realidade têm problemas conjugais, sofrem de autoestima baixa, não têm o poder financeiro que aparenta possuir ou algum outro fato negativo que pode mudar a visão dos demais que convivem.

7. ADORAÇÃO AOS REMÉDIOS: Uma vez tratadas com algum medicamento para a tentativa de solução de algum problema de saúde (geralmente neurológico) muitas pessoas acabam entendendo que têm de ser dependentes da "pílula da solução" única e exclusivamente. Não aponto aqui as que realmente precisam de tratamentos com medicamentos pelo resto da vida, mas sim as que enxergam o ato de se medicar como um vício em chocolate, como se fosse a única solução e nenhum esforço é executado para encontrar outras alternativas (quando existem), pois ingerir um remédio é mais fácil, rápido e inconscientemente eficaz para estas. Comparo tal fraqueza ao vício em cigarros/ drogas e bebidas. Pois o hábito já tomou conta da mente destas pessoas acometidas por tal fraqueza. São os que aderem à compra de calmantes, antidepressivos (quando liberados), odiadores de formatos naturais de resolução de doenças sem muita gravidade, fãs de estimulantes e remédios para dormir e emagrecer, sendo que outros cuidados com a saúde poderiam gerar resultados bem menos tóxicos e nocivos.

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