O "ter alguém" e o relaxamento na relação











É muito fácil encontrar pessoas que já acharam a sua "metade da laranja" e justamente por isso e depois disso se esqueceram de si mesmas. Não raro observa-se uma boa parcela principalmente dos casados que literalmente incham, fisicamente falando, quando não passam a ter mais problemas de saúde ocasionados pelo "obrigatório" sedentarismo ao qual eles foram submetidos.

Porém a culpa é deles mesmos! A grande maioria conscientemente entende dessa forma: "Bom, já arrumei meu parceiro(a) e não preciso me preocupar mais na vida com relação à estética e saúde".

De toda forma envelhece-se com o passar dos anos, mas é importantíssimo se cuidar, não virando um elefante bufador que abandonou todos os hábitos saudáveis quando solteiro, ou se você é mulher, não virando uma hipopótama que não tem uma roupa que lhe cabe mais. E com o risco de levar um belo chifre!

Além da questão da saúde outros hábitos como manter contato com os amigos, assistir o que gosta na TV, praticar o esporte que você curtia ou ir naquele lugar prazeroso que você ia antes de se comprometer com outro alguém são só alguns exemplos para que se continue vivendo em harmonia consigo mesmo; logicamente excluímos aqui o fato de você querer ir em uma festa ou balada sozinho ou sozinha, se anteriormente tinha esse hábito (de pegar todas as fêmeas ou se esfregar em todos os machos), pois daí então nem assumisse um compromisso! Para todos os casos deve haver bom senso e equilíbrio.

Obviamente há casos onde o homem ou a mulher são possessivos ou têm ciúmes e requerem atenção o tempo todo por carência, não permitindo assim o parceiro(a) desfrutar de ações que lhe faziam bem antes de se conhecerem.

Em muitos casos temos a seguinte situação: o cara desencana de se cuidar, de investir nele mesmo, de fazer muitas coisas que antes do relacionamento ele fazia, e como se não bastasse manda um foda-se pra si, se tornando um porco de corte que só vive comendo e bebendo ali sentado. A mulher, vendo que daquilo ali não vai sair muita coisa já tem a preocupação: "Como eu vou mostrar isso pra minha família e amigas? Que vergonha!".

E aí, amigos, temos a separação ou a traição. Trocando o marido ou namorado por outro sem pena nenhuma. E quando não estas ações, temos o desprezo absoluto sempre acompanhado de uma latente humilhação.

Mas também acontece o contrário: a mulher vira uma pamonha sebosa e o cara nem tem tesão mais naquilo ali. Acaba perdendo o afeto, por tabela também. E vai à procura de uma mulher mais "bem cuidada" ou que tenha mais amor a si própria.

Concluindo: cada um tem sua vida e as pessoas não nasceram grudadas justamente por isso, cada um deve saber o que é bom para si, sem viver a vida do outro. O que não se pode permitir é que você perca o amor em si mesmo e passe a se dedicar muito mais ao seu companheiro (a), trazendo assim riscos tanto no sentido de esquecer no seu desenvolvimento como também no fato de fazer coisas que definitivamente não gosta, mas faz "para agradar". Não seja um relaxado (a) achando que sua companhia nunca mais irá lhe abandonar. Muita coisa mudou em relação a isso nos últimos anos. Evite a humilhação de ser trocado (a), desprezado (a) ou até enganado (a) e traído (a).

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